quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

Aprendendo com as "experiências". 

Nesse 4° semestre colocar em pratica experiências com meus alunos foi bem complicado, quase impossível, pois não foi uma das matérias que ficaram sobre minha responsabilidade no ano de 2016.
Sei que o professor que atua na EI e nos anos iniciais do EF é responsável por ensinar todas as disciplinas estabelecidas nesta época do ensino, mas em 2016 não deu.
Me proponho em 2017 como acadêmica e professora, a aplicar mais intervenções práticas, buscando uma maior interação pedagógica.

Pois se o objetivo da disciplina de ciências é ajudar os alunos a compreender as transformações que ocorrem no mundo. O meu é construir relações sociais produtivas, que influenciem conceitos e desencadear reflexões importantes sobre o mundo.
A bebida da garotada. 

Já que  não tive muito tempo e espaço para por em prática as tarefas e experiências da disciplina de ciências, resolvi ler mais sobre Ciências da natureza. Através destas leituras e pesquisas, aprendi que ao ensinar ciências, tudo aquilo que o aluno sabe ou pensa sobre o assunto deve ser considerado e o professor também deve ter uma metodologia preparada para trabalhar com seus alunos através de pesquisa em textos, observações e experimentos.
Encontrei no endereço www.omo.com.br uma experiência simples de ciências: Refrigerante de limão.
Acredito que se realiza-se essa experiência em sala de aula, os alunos iriam adorar e seria uma aula super divertida e com grandes aprendizagens.
Para brincar aprendendo.



Trabalhando cores e formas com meus alunos da EI, utilizei jogos de encaixe com formas geométricas, ao procurar um livro que pudesse explorar sobre esse tema encontrei "Aperte Aqui", um livro de Herve Tullet onde pude começar a preparar o raciocínio matemático nos pequenos por meio de um livro lúdico, com um universo visual simples e convidativo, onde bolas coloridas mudam de lugar, se multiplicam, se iluminam, se apagam e mudam de tamanho, tudo com acontece com a criança interagindo com o livro.
Pensando em matemática. 

Na matemática é preciso que haja continuidade no processo pedagógico vivido pelas crianças, pois sabemos a importância da intervenção social entre os alunos e os efeitos positivos da cooperação, na busca comum de procedimentos para alcançar determinado objetivo.
Penso que é preciso deixar que as crianças exercitem suas capacidades e por isso busco desenvolver o raciocínio matemático dos meus alunos de forma lúdica e muitas vezes artísticas.

Enfim, as leituras, construção e reformulação de atividades matemáticas, me oportunizou diferentes pontos de vista, mostrando que eu como docente sou responsável por criar situações que mostrem caminhos para novas descobertas de meus alunos.

Matemática é assim: gostosa de fazer e entender. 

Desde que iniciei no EF em 2013, gosto de aplicar os conteúdos de matemática, por isso sempre busquei compreender que não se trata de uma disciplina acabada, pronta e perfeita e sim, que ela é uma disciplina que está sempre em construção.
Considero sempre os conhecimentos prévios dos meus alunos para ajudar a elaborar novas estratégias. Para isso promovo situações de aprendizagem que trabalhem estratégias de cálculos, construção e resolução de problemas, e entre outros conteúdos, o registro oral e escrito.
Gosto muito de desafiá-los com cálculos mentais e proporcionar momentos lúdicos e mais prazerosos com jogos como: Stop da multiplicação e Dominó da tabuada.


quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

Garimpando informações sobre Cidreira.

Durante a pesquisa para a construção do portfólio pedido  na semana 7, lembrei-me do meu último ano no EF, quando um professor pediu um trabalho com documentos, fotos e cartazes sobre o  município de Cidreira.
Procurando em minha gaveta de fotos encontrei diversas fotos que tirei na época, de pontos importantes e turísticos de Cidreira, que fizeram e fazem parte da construção da história do município.
Essas fotos não contém nada de enigmático e efeitos encantadores, foram tiradas em máquina fotográficas aquelas que tinham filmes. No entanto, foram feitas por adolescentes, que naquele momento foram capazes de enxergar o mundo de forma autêntica.




segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

A poesia no ensino de história.
Acredito que ter contato, compreender e entender a poesia pode trazer diversos benefícios para os estudantes, mesmo muito professores não achando isso importante, no ensino de história isso é muito significante.
Durante um garimpo na biblioteca da escola, onde buscava livros que pudessem despertar o interesse dos meus alunos pela leitura, encontrei um livro de poesias "POESIAS DE CIDREIRA", com textos escritos pelos alunos da rede municipal de Cidreira.
Me encantei, levei os exemplares para a sala e estimulei os alunos a lerem e se encantarem com textos, poesias sobre nossa cidade escritas por alunos, estudantes assim como eles.
Ao lerem as poesias, conheceram um pouco mais sobre a história da nossa cidade - Cidreira, começaram a expor o que já conheciam, e o que descobriram através das poesias utilizando termos recém lidos e com isso, começaram buscar escrever e falar melhor.

Uhull! AcaboOuUUUUU O post de hoje não tem nenhum conteúdo importante e teórico para ser abordado, aliás, tem sim... a apresentaçã...