quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Saúde e cuidado.
Na escola de EF onde atuo como docente, há vários alunos que possuem necessidades especiais. Na outra turma de 4° ano, tem um aluno com epilepsia não controlável, esta doença o deixa com a mobilidade reduzida, necessitando de ajuda para a alimentação, higiene e locomoção. 
Foi solicitado ajuda da SMEC, e então foi quando chegou a Rayssa chegou á escola. Ela cursa pedagogia, atua como auxiliar e acompanha esse aluno, evita lesões, orienta em suas dificuldades e contribui com a higiene e os primeiros socorros.
A auxiliar participa das reuniões pedagógicas e compartilha o que sabe com a equipe. Essas  descobertas do dia a dia ajudam na melhora das práticas aplicadas e inspiram a todos os profissionais da escola a flexibilizarem atividades, garantindo o aprendizado, não só deste aluno mas de todos com NEE.

CULTURA AFRO
Com a chegada do mês de novembro, minha escola está realizando um projeto coletivo sobre a "Consciência negra". Para inserir esse projeto na minha turma de 4° ano, comecei apresentando a capoeira, perguntando o que eles conheciam sobre a prática, para a minha felicidade dois já sabem jogar.
Primeira aula: Começamos com a leitura e diálogo de pequenos textos relacionados ao jogo e aos negros escravizados.
Segunda aula: Assistimos um vídeo onde são apresentados os principais movimentos, como golpes e gingas. Alguns junto com os dois que já praticam, experimentaram faze-los em duplas.
Para finalizar: No dia 17/11/2017 iremos assistir ao filme "Besouro - nasce um herói"(João Daniel Tikhomiroff, 120 min, Buena Vista International, disney.com.br/filmes, que conta a história de um dos mais celebres capoeiristas brasileiros).
Após assistirmos o filme, conversaremos sobre o surgimento da prática, o preconceito contra os negros e as tradições africanas.
Estamos (eu e os alunos) adorando trabalhar esse tema.
ALUNOS COM NEE E OS AUXILIARES.

Em minha sala de aula de aula atendo duas alunas que necessitam de atendimento especializado, de uma atenção maior para poder realizar as atividades.
No entanto, não tenho auxiliar e isso  faz muita falta em sala de aula. Acredito que eles, os auxiliares, são fundamentais para muitos alunos com NEE e para que a inclusão realmente aconteça.
Vários recursos são importantes, principalmente a parceria entre o atendimento educacional especial e os docentes. Na escola de EF onde leciono já existe, o amparo a família aos poucos vai endo implementado e o município cautelosamente também investe em acessibilidade.
Mas de acordo coma  minha realidade é preciso um elemento a mais: o auxiliar. Pois este profissional irá contribuir na compreensão da característica de cada aluno com NEE, os ajudando a eliminar barreiras que os empeçam de se inserir na vida escolar, que atrapalhem a sua aprendizagem.
Sei que nem todos que tem NEE precisam de auxiliar, no entanto, eles são de muita importância quando há algum impedimento á inclusão.


quinta-feira, 26 de outubro de 2017

Sobre diversidade e preconceito... e tecnologia.

Pela primeira vez em todos esses meses de aula, não tive tanto medo de fazer uma atividade utilizando os meios tecnológicos.
Montar a pesquisa online foi mais fácil do que eu imaginava. Sei que há muitos erros, no entanto para a primeira vez, montar a enquete foi um "sucesso".
Sei que a aplicação de um questionário online proporciona agilidade, chegando há um número maior de pessoas e dados corretos, transmite até mais segurança. 
Assim obter as informações desejadas, em uma pesquisa não depende mais de um trabalho cansativo e se torna algo mais moderno e prático.
Até o momento bastante pessoas participaram da enquete. Uma participação que teve destaque foi a de um amigo que trabalha com estatística e me deu dicas bem legais, apontando meus os erros sutilmente.
Já corrigi os erros que eram passíveis de corrição, na próxima produção de enquete os erros serão minimizados. 


segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Deficiência X Necessidades Especiais.


“dever das escolas de acolher todas as crianças, independentemente de suas condições físicas, intelectuais, sociais, emocionais, linguísticas e outras” ( Brasil, 1997, p. 17).


Tenho alunos com deficiência e necessidades especiais e para ajuda-los a realizar as atividades, providenciei recursos e materiais adaptados de acordo com a dificuldade de cada um deles. O primeiro passo foi no início do ano letivo identificar o que podia ajudá-los a aprender. 
Como minha escola conta com a sala de atendimento educacional especializado (AEE), trabalho em parceria com o professor responsável por ela, pois tem mais experiência e sabe desenvolver formas variadas de ensinar nossos alunos. Compartilhamos dúvidas e planejamos em equipe, assim vamos encontrando a maneira mais adequada de atendê-los.

A favor das aprendizagens: DIVERSIDADE.

Leciono numa turma de 4° ano, onde tenho que ensinar todas as disciplinas e esse não é meu único desafio, pois além disso, a sala, como já sitei em outro post é multisseriada, e preciso garantir que 18 alunos com diferentes idades (entre 9 e 16 anos) e níveis (do 1° ano ao 4° ano) dominem os conteúdos.
Com todos esses desafios, tenho buscado trabalhar  com a turma inteira em conjunto e isso tem permitido desenvolver agrupamentos positivos, aproveitando a diversidade de saberes a favor das aprendizagens. Essa ideia é sustentada por Vygotsky (1896-1934), em  A Formação Social da Mente, onde ele afirma que o bom aprendizado é aquele que foca o potencial que o estudante pode desenvolver coma  ajuda dos outros.
Acredito que é na interação que as crianças aprendem e lidar com diferentes fases de aprendizagem não é um empecilho que torne as aulas não significativa.

Professora com muito orgulho.


Mais um semestre se inicia, e esse com um toque especial, com disciplinas que buscam retratar e nos dar suporte pedagógico e teórico, de acordo com a realidade vivida em nossas salas de aula.
Quero ser cada vez mais uma profissional de sucesso,por isso nada melhor do que suporte e dicas para uma boa gestão em sala de aula. 
Só nós professores sabemos o desafio de encarar uma sala lotada, com uma diversidade de alunos. Somos vencedores e temos que ter orgulho em ser professor(a). 
Percebo que essas novas disciplinas , por vezes irão nos ajudar a ensinar com tranquilidade e segurança, fazendo com que conheçamos cada aluno para administrar as interações em classe, dar conta do previsto no tempo certo e antecipar "problemas".
"O professor precisa analisar sua prática e questionar o desempenho de cada aluno sem descriminá-lo. É impossível encontrar uma turma homogênea." (Francilene Andrade de Paiva)


Foto:
Imagem do projeto Meu Rio

Uhull! AcaboOuUUUUU O post de hoje não tem nenhum conteúdo importante e teórico para ser abordado, aliás, tem sim... a apresentaçã...