Percebo que por muitas vezes estarem acostumados a utilização de aparatos tecnológicos desde a mais nova idade, as crianças não se sentem tão estimuladas com aulas exclusivamente expositivas.
Meus alunos quando estão diante a dispositivos tecnologicos, a atenção de todos eles costuma se voltar para o aprendizado.
Atualmente existem inúmeras soluções tecnológicas que podem ser utilizadas como facilitadoras do conhecimento para as crianças e também são aliadas dos estudos.
Na minha sala de aula por vezes surgem conteúdos difíceis de ilustrar, principalmente na disciplina de Ensino Religioso, para facilitar a aprendizagem nessa disciplina, frequentemente utilizo filmes e vídeos educativos.
No entanto, muitos professores acostumados com o modelo educacional de suas épocas, por medo e até mesmo receio das TIC, ainda desconhecem as vantagens do uso da tecnologia na sala de aula.
Embora seja consensual que a utilização das tecnologias da informação e da comunicação na educação não vai substituir o professor, reconhece-se, hoje em dia, que o trabalho docente pode ser apoiado por esses meios (Silva & Marchelli, 1998).
Portanto, se usada de modo contextualizado, ela é capaz de aproximar, as situações de sala de aula, daquilo que os alunos já estão acostumados na vida real, assim professor e alunos se aproximam e passam a compartilhar da mesma realidade.
Este Blog vai ser utilizado como um importante recurso,pois oferece uma maior percepção do meu aprendizado, que sera desenvolvido ao longo do tempo, ajudando a refletir sobre os avanços e retrocessos me fazendo agente da minha própria educação.
terça-feira, 12 de junho de 2018
Tem na Tv a cabo?
Brincando e conversando para aprender.
Meus alunos, tanto da EI como do EF adoram brincar.
Na convivência com eles percebo que que ninguém nasce sabendo brincar. É preciso aprender. Assim como também não nasce sabendo falar. É preciso aprender.
As brincadeiras infantis relevam um conteúdo riquíssimo, que pode ser usado para estimular o aprendizado e a linguagem.
Procuro então, analisar o contexto social dos meus alunos, pois isso determina quais as brincadeiras escolhidas e o modo como elas serão realizadas.
Faço essa análise através da observação e também utilizo a roda de conversa que aborda o que realmente acontece entre as crianças, afinal ela é um retrato de suas relações sociais.
Vigotski (1984) afirma que o contato da criança com a linguagem é através da relação com o outro.
Tendo em vista isso, considero importante as brincadeiras e as rodas de conversa para o desenvolvimento da linguagem, pois o desenvolvimento não existe isoladamente, e sim apenas existe se mantém relação com a realidade.
Leitura como objeto de conhecimento.
Eu como leitora procuro ajustar o modo de ler ao objetivo da inicial da leitura.
Na prática de escrever e ler, atividade realizada na análise de cenas, busquei fazer meu melhor interagindo com o texto, utilizando meu conhecimento prévio sobre o tema e checando previsões. Pois sei que o resultado disso leva a interpretações e compreensões.
No entanto pra mim esse processo de escrita e leitura não é nada simples, sei também que ele não é natural e automático.
De acordo com Isabel Solé "ler é compreender e compreender é sobretudo um processo de construção de signigicados sobre o texto que pretendemos compreender."
Por isso esse processo aos poucos vem sendo construído por mim.
Tenho aprendido muito como aluna e como professora tenho procurado transmitir, oferecer aos meus alunos dicas que utilizo quando leio e interpreto. Faço isso da mesma forma como ocorre com outros conteúdos de ensino ou quando mostro como traçar de forma correta uma letra.
Espero que assim, vendo como faço para elaborar uma interpretação do texto, os alunos entendam as estratégias de compreensão e passem a adotá-las.
terça-feira, 29 de maio de 2018
Reportagem que encanta.
Sou professora há 8 anos mas nunca lecionei na EJA. Desde que comecei a estudar e ler mais sobre como trabalhar em EJA não encontrei indicações sobre o que deveria ser desenvolvido com os alunos adultos.
"Ensinar significa querer bem os educandos" (Freire 1996, p.159), ao ler uma entrevista concedida à revista NOVA ESCOLA por Timothy Ireland onde ele fala das principais questões que preocupam os estudiosos e dos desafios a vencer percebi que esse querer bem acontece no EJA, fiquei feliz em saber que exista uma série de dados específicos da área, como mostrado na reportagem, que possam me orientar e concordo com o pesquisador, o aluno adulto só supera as dificuldades de permanecer na escola se compreender a importância da Educação em sua vida.
Referências
IRELAND, Timothy. Revista Nova Escola. Ed.223, junho/2009.
FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia. 12 ed. São Paulo:Paz e Terra, 1996.
Contextualizando em sala de aula.
De acordo com Piaget "a infância é o tempo de maior criatividade na vida de um ser humano".
Por isso procuro contextualizar o conhecimento em sala de aula, vinculando os conteúdos escolares a situação que façam sentido para os alunos, incorporando as vivências deles. Assim são capazes de estabelecer relações entre os conhecimentos.
Uma atividade que eles demonstram interesse é quando contextualizo a leitura e escrita de notícias em diversos tipos de procedimentos, como por exemplo ler textos jornalísticos no jornal impresso, entrevistar pessoas, e até publicar uma "reportagem de verdade" etc.
Na escolha do contexto sempre considero aquilo que é significativo para os alunos na vida e no mundo e para os objetivos da escola. Busco-os sempre na vida cotodiana, na sociedade, na descoberta de conhecimento.
segunda-feira, 21 de maio de 2018
Ela me oportuniza ampliar meus conhecimentos em relação à alfabetização, às diferentes formas de letramento e ao planejamento. Também me fez perceber a importância de ter uma escola mais flexível, capaz de desenvolver práticas não voltadas somente ao letramento escolar, mas ao letramento social, oferecendo condições para que os alunos desenvolvam habilidades de leitura, escrita e oralidade com autonomia, para que consigam atender as suas necessidades humanas e sociais, no espaço que estão inseridos.
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